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QUEM SOMOS

O AR é uma iniciativa de um conjunto de pessoas atentas às realidades política, económica, social e cultural do nosso país; com percursos profissionais diversificados; na sua maioria, sem intervenção activa ou militância políticas anteriores; empenhadas em contribuir para a construção do Futuro de Portugal e dos Portugueses. Veja aqui alguns dos nossos apoiantes.

Ana Neves, Adriano Squilacce, Afonso Relvas de Assunção, André Rebelo de Andrade, António D’Orey Roquette, António Moura , Carlos Lobo de Vasconcellos, Carlos Pinto Machado, Cecília Anacoreta Correia, Cristina de Meirelles Moita, Diogo Anjos, Diogo Líbano Monteiro, Diogo Lopes Barata, Diogo Pestana de Vasconcelos, Duarte Vilarinho, Eduardo Nogueira Pinto, Fátima Moura , Filipe Anacoreta Correia, Filipe Matias Santos , Filipe Pimentel, Francisco Furtado Mendonça, Gisela Castro, Gonçalo Vassalo Moita, Gonçalo Maleitas Correa, Graça Castro, Helena Nogueira Pinto, Inês Pimentel, Inês Rebelo de Andrade , Isabel Marques da Gama Roquette, Isabel Roquette G. Graça, Isabel de Sousa Araújo T. Lopes, Joana Costa Ramos, Joana Abranches D’Aguiar, Joana Lopes Moreira, João Lobo Machado, João Monge Gouveia, João Osório de Castro, João Pedro Alves da Costa, João Pernas, João Távora, João von Hafe Fernandes , Joaquim Moura, Jorge Leal Barreto, José Alexandre Bento da Silva , José de Mello e Faro, José Maria Fraga, Leonor Lopes de Melo, Luís da Gama Roquette, Luís Gonçalo Aguiar, Luís Miguel Gagliardini Graça, Luísa Ramalho Roquette, Madalena Burnay, Madalena Pestana, Madalena Sottomayor, Manuel Ferreira Andrade, Margarida Moura , Maria Arminda Andrade , Maria Beatriz Loureiro, Maria Cristina Moita, Maria Pestana Bastos , Miguel Alvim, Miguel Anacoreta , Miguel Correia, Miguel Monteiro Fernandes, Miguel Novais, Miguel Pestana Bastos , Miguel Ventura, Miguel Soares Franco, Nuno Costa, Nuno Mendia, Nuno Pombo, Pedro Duarte Monteiro, Pedro Melo, Pedro Pestana Bastos, Pedro Sottomayor, Pedro Teixeira Lopes, Rodrigo Faria de Castro, Rodrigo Marques da Gama Roquette, Rita Marques Henriques , Rui Almeida Castro, Rui Castro, Rui Pereira de Melo, Sara Castro, Sofia Fezas Vital Moita, Sofia Pestana Bastos , Sofia Pinto Machado , Sofia Trigoso Onofre, Tiago Cortes, Tiago Pestana de Vasconcelos, Tomás Pernas, Vera Mesquita e Carmo

PORQUE SURGIMOS

Temos assistido, com tristeza e indignação, à decadência de uma série de instituições nacionais, que as tem arrastado para uma progressiva descredibilização e desprestígio.
O ambiente político, em geral, e os partidos políticos, muito em particular, são hoje parte de uma realidade da qual os cidadãos eleitores cada vez mais se distanciam.
Esta constatação, sendo grave e preocupante, é também um apelo a cada um.
A fragilização do regime democrático, do sistema de representação política e das suas instituições inibe a participação dos cidadãos no fenómeno político, pondo em causa, por conseguinte, a liberdade de escolha de todos.
Por outro lado, os desafios com que Portugal se depara exigem uma efectiva mobilização de todos: ninguém está isento dessa responsabilidade e nós também não lhe queremos fugir.
Decidimos, por isso, pôr fim a uma postura passiva, meramente observadora e resignada e assumir uma atitude interventiva, com forte sentido prático, construtiva e orientada para ir ao encontro dos valores e das reais aspirações e necessidades dos portugueses, sobretudo das mais novas gerações que estão cada vez mais alheadas da coisa pública e da construção do bem comum.

PORQUÊ O CDS?

Escolhemos o CDS por ser o Partido que pode oferecer, atentas a sua génese e vocação, a proposta mais consistente para, assumindo uma visão claramente humanista, poder operar a mudança de que Portugal precisa.
O CDS é o único Partido que tem inscrito nos seus estatutos e no seu programa a defesa de um modelo assente no humanismo personalista de inspiração cristã, proposta que continua sólida nas suas bases e profundamente aberta à realidade com os desafios que, em cada momento, se colocam.
Por outro lado, a tradição liberal em que se insere manifesta que é o Partido que está em melhores condições para encarar com confiança o presente, acreditar no futuro e romper com uma atitude receosa e paternalista presente na social-democracia e na prática socialista.
O CDS pode e deve contribuir para uma ruptura de mentalidades que urge no nosso País. Sentimos que está na hora de mudar e o CDS pode e tem de ser instrumento dessa mudança.

PORQUÊ LISBOA?

Porque a intervenção política, sem dispensar a clareza doutrinal, passa necessariamente pela capacidade de verter o pensamento em acção; mobilizando vontades e energias para resolver problemas concretos.
Porque Lisboa reclama soluções novas para problemas que são já antigos;
Porque a afirmação de valores, a competência técnica e a visão estratégica não devem estar dependentes de ímpetos moldados à medida de meros percursos carreiristas na política;
Porque o CDS desistiu de Lisboa!
O Partido desapareceu de cena, perdeu ambição e a inépcia da estrutura distrital não antecipa que se volte a conquistar a energia dos militantes e a confiança dos eleitores. A construção de uma verdadeira alternativa começa na proximidade. Com liberdade e responsabilidade.